quinta-feira, 12 de julho de 2012

Já ia ...


Também não é preciso exagerar, mas um "exercíciozinho" "já ia"!


A todas aquelas a quem, hoje, já lhes passou pela cabeça que estava na altura de começarem a fazer um "exerciciozinho", aqui fica :



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Do not let this bottle ...


Mais palavras para quê?

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Emergency SOS - charger


E aqui partilho a minha útlima aquisição pelo ebay - que já chegou aqui a casa! :D

Pela módica quantia de menos de 2 € (sim 2€!) e com portes gratuitos. [ No motor de pesquisa colocar: "Emergency charger" + "marca do telemóvel" e aí está]

Para esconder a tatuagem


Com cada vez mais dificuldades a entrar no mercado de trabalho. Com cada vez mais exigência...  
E já que alguém bem de próximo precisou, aqui fica a minha partilha também com o resto do mundo...


Para quem tem aquela tatuagem que precisa tanto de esconder e não quer, nem pode (= low € ) recorrer ao laser para a remover. Aqui vão algumas alternativas.
http://allwomenstalk.com/12-best-concealers/
Uma delas foi a utilizada por Kate Von D no seu famoso anúncio   Primeiro no para o perfume “Sinner” mostra o seu corpo tatuado, mas para o perfume “Saint” surge sem tatuagens, graças ao seu creme correctivo. 

Até já *

Modo "download"

http://www.youtube-mp3.org/

Compartilho hoje a ferramenta que me tem sido mais que útil estes últimos tempos.
Maravilho-me a encher o meu velho computador com músicas que vou ouvindo por aí e que me agradam.

Não sei porquê tenho estado no modo "download"!


Obrigado ao Marco.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Percursos

Gostaria ainda de partilhar o quanto o meu pai, ontem, protestou comigo.
Confesso que razões de sobra tinha ele para tanta reclamação. Não fosse o meu incrível equilíbrio psíquico e passaria uma noite muito, muito, mal dormida. E olhem que ainda acordei a pensar nisso.


Até chegou a duvidar se era mesmo verdade ser, este meu curso, de seis anos. 


Seria apenas uma invenção para me deixar por mais uns tempos longe da responsabilidade e permanecer neste estilo tão estudantil?
- Afinal, se há a possibilidade de realizar cursos em 1 ano, para quê preciso, eu, de 6? Não seria, vá.... - reclamava ele - 3 suficiente?

Crise com bilhete só de ida?




É costume se ouvir, sempre que alguém discute o actual estado do nosso país (e diga-se, do mundo), - a tal conversa sobre a “Sr.ª Crise” que nos assola, - expressões como “Ah, pode ser que isto melhore!”, “Isto nunca mais passa, que eu já estou farto desta história da crise!”, e outras por demais. Tanto ouvi este palavreado que parei, um instante, para reflectir sobre um ponto que me intrigou – a crença generalizada de que mal passe a crise (e que, um dia ou outro, na perspectiva da maioria, há-de passar) isto tudo há-de voltar aos “bons velhos tempos”, como se uma enchente levasse consigo todos e alguns vestígios que essa “maldita” senhora [a tal crise] pudesse deixar por aí espalhados. Será mesmo assim? Será que a vinda dos [bons] tempos em que este ciclo de degradação terminar será como que uma limpeza facial completa, - daquelas caras, com direito a spa e relaxamento, numa boutique da moda, - não deixando rasto nem do mais pequeno ponto negro?

Fiquei intrigado, como já referi, e coloquei esta mesma questão a uma pessoa amiga, mais experiente, por conseguinte mais sábia e de idade mais avançada. Começou (a tal pessoa amiga) por me sugerir, usando uma expressão ainda mais antiga que ambos os intervenientes presentes, que simplesmente “não há almoços grátis”. Prosseguindo com a conversa, afirmou que a generalidade dos tratamentos de beleza não têm qualquer tipo de resultados (lembremo-nos do caso paradigmático dos cremes “anti-celulite”, que podem servir para tudo menos para o que são indicados). Por fim, a conversa terminou com reflexões sobre Lili Caneças (e outros nomes de vulto com larga experiência nesse “mercado” do Jet Set português) e operações plásticas que, apesar de disfarçar, apenas adiam o momento em que as marcas do tempo inevitavelmente deixam a prova da sua passagem.

Mais intrigado ainda (mais ainda do que o nosso amigo Relvas perante, na opinião dele, o intrigante inquérito levado a cabo pela ERC), comecei por me colocar outras questões cruciais, às quais, face a minha  ignorância no que diz respeito às artes da adivinhação e do oculto, não consegui obter resposta. No entanto, longe de mim não partilhar as minhas dúvidas, quase que existenciais, por mais insolúveis que me pareçam e, na opinião de muitos (como por exemplo do «sôr» Vítor, o tal também de Gaspar, especialista em previsões, exceptuando as que digam respeito ao défice, à dívida pública e ao bem-estar dos portugueses), provavelmente desprovidas de bom senso. 


Vamos ao que interessa: 
1. Será isto crise ou estamos à beira do início de uma mudança profunda do paradigma e da sociedade em que vivemos?

2. Será que podemos ficar simplesmente parados, à espera que o comboio passe e se “vá embora” (solução que costuma dar “bons” resultados)?

3. Será isto um novo período de evolução e temos que nos adaptar e adoptar uma nova (e diferente) dinâmica, i.e., tudo mudou e agora “desenrasca-te”, senão ficas “para trás”, que isto nunca mais vai voltar a ser o mesmo?

4. E se, por obra do acaso (ou milagre de Fátima), a mudança acima anunciada se materializar, como vai reagir a maioria crente na ideia de que o adquirido é, como tal, adquirido?

Para pensar (mesmo que acompanhado por uma bela loira, vulgo “jola”, o que tão bem descreve, por vezes, o espírito português)…



Djamil Oda